Arquivo mensal: fevereiro 2011

Meu próprio amor

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O amor resume tudo. “Eu poderia dizer muita coisa do que sinto, mas um “eu te amo” é mais prático e no fim quer dizer a mesma coisa”. Sim, muitas vezes o amor resume tudo.

Mas já tem um tempo que o nobre sentimento é banalizado. Eu te amo virou Olá, como vai você? Qualquer coisa em comum agora é amor. Eu me sinto patético. Também tem aqueles que amam as coisas. Desculpa, mas eu guardo amor e ódio pra pessoas, de preferência de carne e osso.

Pior mesmo é uma prática bem antiga. O amor culpado!!! Tudo é culpa (da falta) do amor!

Faça um favor pra si mesmo, já que não existe outra pessoa com quem se preocupe: Não coloca a culpa dos seus fracassos no amor. Foi você quem não foi até o fim disso. O amor estava lá, sempre esteve. Você por outro lado, fracassou como pessoa. Não é o amor quem está acabado, é você. Amor é só amor, as vezes é intenso, as vezes é pra sempre, mas nunca fracassa. Não é o mundo que tá foda, a vida anda difícil. São sempre as pessoas que fodem com tudo. E já que tudo se resume em amor, te dou o meu.

Meu amor-próprio.

Thiago B.