a calmaria antes da tempestade

Lembro, sempre lembro. É preciso lembrar, mas lembrar antes.

Não esqueço das palavras, dos risos, dos movimentos e os sentidos e movimentos envolvidos. Não esqueço as hesitações, a fala trêmula, o balançar dos pés.

Sempre recordo das promessas. E das premissas.

Acima de tudo, em lembro de mim, Minhas palavras, minhas promessas. Nesse momento, eu paro e analiso quantas palavras minhas foram até agora, em vão.

Minha  conclusão? Tenho que ser mais cuidadoso.

O que digo, e principalmente o que escrevo, é sagrado pra mim. E embora por vezes eu exagere, não cometeria tamanha profanação em mentir.

Não tenho talento, não tenho inspiração. É mais como uma válvula de escape. Alguns batem no travesseiro, outros batem em pessoas, alguns fazem terapia, alguns escrevem.

E quem escreve quer saber, coloca nostalgia no café, come um cupcake, recorta poesia, brinca de deuses do olimpo, tem uma lente distorcida.

E paga o preço do que ainda está por vir.

 

Thiago B.

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