não ousa, não faz

http://db.tt/gPnkZLp

me usaste como experiência. na tua mão fui brinquedo, cobaia. não teve graça, foi doído e sem aviso prévio. o que eu não tinha, não era direito teu tirar de mim. qual foi meu erro mesmo? você sempre vai dizer que foi a confiança. a questão é: chegamos mesmo no ponto em que a confiança é algo a se desconfiar? é claro que é uma pergunta retórica. não ouse responder.

não é possível que eu esteja certo todas as vezes, mas eu sei, e você também sabe, que muito do que eu disse é verdade.  dói, a verdade? só quando a gente continua de olho fechado tropeçando pelo caminho. e falando em admissão, eu admito que posso estar cometendo um terrível engano. é interessantíssimo essas pessoas que são como labirintos, mas já aviso que não tenho o fio de ariadne. faça uma retrospectiva. cinco meses atrás pra hoje. é um avanço, acho eu. quantos chegaram onde estou hoje? esqueça, não quero saber a resposta. tenho medo. e se minha importância for insignificante?

antes de acusações vis, eu entendo o que fez. quem sabe um dia eu agradeça. por enquanto eu ainda acho essa história um tanto estranha.

você pode ficar decepcionado e achar que toda aquela coisa que você fez foi em vão, não se preocupe, não foi, só estou desabafando.

mas você não pode me pedir confiança, não é mais como era antes. era essa sua intenção?

se você quer o bem de uma boa pessoa, então não ousa, não faz. já passou, fica junto enquanto vem a tempestade.

http://db.tt/KzSuvyH

Thiago B.

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